Iaê manolada o/. Chagou finalmente a hora de acabar çacreepy pasta aqui o/.
Leiam gostem e comentem ò-ó. [ mintira n precisa gostar n, eh só comentar o/ ].
Fui socorrer meu pai o mais rápido que fui capaz gritando por ajuda para minha mãe, minha irmã ou quem quer que fosse, estava em panico. Meu pai respirava mas não passava disso, estava pálido, gelado, e mesmo a respiração parecia estar difícil.
Eu e minha mãe levamos ele ao hospital e ele ficou internado. O médico disse que ainda seria necessária investigação para saber o que houve com ele, mas era provável que diagnosticassem pneumonia ou outra coisa do gênero outra vez.
Estava com medo pelo meu pai, fustrado por não poder ter feito nada por ele, mas acima de tudo isso sentia raiva, eu é que deveria ter sido atacado, devia estar jogando naquela hora e meu pai devia estar lá me vendo internado ileso, mas era o contrário... estava confuso também pois não tinha tanta certeza sobre quem deveria culpar. o Velho me deu aquele videogame amaldiçoado, por que tinha feito aquilo?O que poderia eu ter feito contra ele para que ele fizesse algo tão horrível comigo?
Eu não sabia, não tinha como saber, e, naquele momento não importava, queria acabar com aquela coisa que atormentada que tantava transmitir o tormento para mim, aquilo eu não aceitaria, nunca antes houve um jogo que eu não tivesse acabado e o dela não seria o primeiro, mandaria ela para onde fosse desde que nunca mais voltasse à vê-la, traria meu pai de volta e ela não me impediria de fazer isso, eu não ia deixar.
Duas semanas depois eu ainda estava jogando e meu pai ainda estava em coma, faltava apenas um colosso para que eu finalmente acabasse o maldito jogo, sem meu pai para trabalhar, minha mãe e irmã tiveram que arrumar emprego, e estavam nele quando aconteceu, eu finalmente dei final.
Então quando Malus envergou para trás, e o braço apareceu pendendo, aquela coisa apareceu novamente por entre os dedos de Malus, então a imagem chuviscou e apagou, dois barulhos combinados, de motor acelerando e de água borbulhando começaram, ficando cada vez mais forte, de repente, o vidro da tv explodiu, expalhando cacos de vidro em todas as direções em conjunto com o PS2, ambos entraram em combustão expontanea assim que explodiram e meu quarto começou à queimar rápidamente, primeiroa estante depois o carpete. Algo escuro borbulhava dentro do fogo, e aquilo começou à se juntar.
Estava ferido na perna e em alguns outros lugares pelos cacos de vidro, mas ainda assim me levantei e corri, a perna latejando horrívelmente por causa do corte.
Por milagre pude passar por cima do fogo que pegava no batente da porta sem me queimar, e continuei correndo o mais rápido que pude, o que não foi tanto assim por causa do ferimento na perna. Senti calor me perseguindo e quando olhei para trás vi a forma feminina da coisa do videogame. Parecia mais nova agora, aliás parecia ter a minha idade agora, e a forma dela era muito mais nítida como um pessoa comum exeto pelo fato de ela não ter outra cor que não preto, e estar rodeada de chamas.
Ela corria desengonçada, esfregando os olhos com uma mão e tentando me agarrar com a outra, ela vestia roupas da mesma cor que a pela dela, bem surradas, eram um tipo de vestido antigo se não me engano, o cabelo era solto, desarrumado e escorria por entre os olhos dela, a expressão era de pura tristeza, como se eu fosse se ultimo parente vivo e ela não quisesse ficar sozinha, ela começou realmente à chorar, um choro agoniante, de dar pena, eu quis parar para consolá-la do que quer que fosse mas não podia, sabia o que ela tinha feito antes e agora com certeza seria pior.
Corri, corri, e corri, corri escada abaixo prédio à fora, e todos por quem eu passava não me viam, e nem viam a gerota em chamas que me perseguia, mesmo ela deixando um rastro de chamas, omáximo era quando as chamas pegavam na pessoa , quando ela parava para apagá-lo, mas não passava disso, quando cheguei à recepção, o gordo nem me viu, não chamou ninguem, sequer ouviu meu pedido de socorro.
O que pude fazer foi continuar correndo.
Saí do prédio e corri bairro à fora com a garota atrás de mim pondo fogo em tudo e chorando.
Corri até chegar em um lugar unde havia um portão aberto.
Nem prestei atenção em onde estava, só entrei para tentar dispistá-la já que era o mesmo muro já tinha muito tempo.
Aquele lugar por um acaso era o cemitério do bairro.
As lápides se estendiam por colinas, até onde a vista alcençava, aquele cemitério ocupava a área de 3 ou 4 quarteirõese eu tinha que continuar correndo para não ser queimado.
Finalmente exausto com a perna latejando eu caí.
Subitamente os passos da coisa pararam e o choro de desespero também parou.
Fique esperando a morte, e o quão ironico era morrer no cemitério, mas ela não chegou.
Me virei para ver o que tinha acontecido e vi a garota de joelhos sobre um lápide, o fogo se apagara, a cor tinha voltado á ela e ás roupas, o cabelo era marrom claro, a pele bronseada, e o vestido que usava era de um tom amarelo sujo de lama e outra coisas, ainda chorava só que para ela mesma.
- Espero que agora ela possa descançar em paz... - Disse alguem atrás de mim.
Me sobressaltei e olhei para ver quem era.
O velho que antes olhava com uma expressão de piedade para a garota voltou o olhar para mim.
- Ela teve uma vida muito atormentada, sabe... - o Velho disse para mim. - Quer ouvir a historia dela?, ela mesma me contou...
- Não estou entendendo... - comecei.
- Ah, não se preocupe, rapaz eu explico - ele respondeu - Veja, ela morreu perto dos anos 1970, tinha vivido uma vida muito pobre e morreu de anemia, porque o pai não conseguia manter a família, a casa dela ficava onde é esse prédio, e o espírito dela nunca saiu de lá depois da morte, ela viu o prédio ser construido.
- E como ela ficou presa no videogame? - perguntei.
- Perto de 2004, um garoto se mudou com a familia para o prédio, e o garoto podia vê-la - o Velho disse. - esse garoto tinha um PS2 e o jogava muito desde que o comprou, ele conseguiu conhecer a garota e se tornar amigo dela, os pais dela achavam que era só uma amiga imaginária e não gostavam que ele falasse com ela, o PS2 era o elo que mais marcou entre os dois, apesar de ela não poder segurar o controle sempre via ela jogando e os dois conversavem nesses momentos, ela me disse que nem quando estava viva se sentiu tão feliz... foi então que tudo desmoronou para ela outra vez, o garoto saiu uma noite dizendo que ia só ao cinema, mas nem ele nem a familia dele voltou, e ela nunca soube o que aconteceu com eles até eu aparecer e descobrir por ela. Aquela lápide por sobre qual ela está chorando, é a lápide do garoto, morreu nun acidente com toda a familia dele, um caminhoneiro bêbado beteu no carro deles, o que ele transportava era gasolina e foi tudo pelos ares.
- E por que ela ataca as pessoas? Por que me atacou? - perguntei .
- Ela não entende que machuca as pessoas, - Ele respondeu - A tristeza que ela sentiu foi tanta com a morte do rapaz que o espírito dela se prendeu ao videogame, aquilo que mais tinha marcado o tempo que ela passou com o garoto, ela quese nunca pode sair, e quando consegue, se joga em desespero contra a pessoa mais próxima, para lhe pedir ajuda, só que o sofrimento da alma dela eh tão grande que outra alma não agunta o contato com a dela, e acaba se separando do corpo caso o contato seja prolongado, é quase como se ela fosse radioativa para as outras almas.
Estava chocado, e me sentia muito culpado por ter sentido raiva dela.
- E como você a conheceu? - perguntei.
Ele suspirou.
- Acho que é hora de você saber... - ele disse.
A aparencia dele de repente começou a mudar. Não era mais um velho era um rapaz de 22 anos com jaqueta jeans marrom, camiseta verde, jeans azuis, All stars, cabelo quase no ombro, e olhos cor de mel.
Aquele era um rosto que nunca tinha esquecido, era o meu irmão, ele havia desparecido 5 anos antes, não havia sido achado corpo mas já não tinhamos esperança de achá-lo vivo, fora ela que tinha me ensinado à gostar de videogames, ele que tinha sidop meu herói de infancia esvava ali se abaixando para afagar meu cabelo como sempre fez, aquele sorriso quente estampado no rosto, feliz por me ver outra vez, comop se fosse só outra vez que eu tivesse passado uma fase muito difícil no videogame e ele estivesse só me dando os parabens, mas a mão dele passou direto pela minha cabeça e o sorriso desapareceu.
Ele abaixou a cabeça de disse.
- Desculpe-me, desculpe-me por não ter podido te dizer que era eu, eu realmente queria mas... eu não podia...- ele começou.
- Tudo bem - interrompi - Você está aqui, só isso importa pra mim.
Ele sorriu outra vez, mas não como antes.
- Eu não vou poder voltar, sebe, eu estou realmente morto... - ele disse, então olhou para a garota - Fui o primeiro para quem ela pediu ajuda.
A garota ainda chorava silenciosamente.
- Não sei se você lembra mas quando eu desapareci ... - ele começou.
- Você tinha ido para um prédio trabalhar, e não voltou mais - respondi, jamais esqueceria aquilo, meu irmão era um novato da polícia civil, era o segundo ou terceiro trabalho dele por conta própria. - Era esse prédio, não era?
- Sim - ele respondeu - o caso era o da morte do garoto que tinha sido amigo dela.
- Então ela apareceu para você não foi? - perguntei.
- É, a alma dela estava tão quente de sofrimento que nã ofoi preciso tanto para desintegrar meu corpo inteiro. - ele respondeu
Abaixei a cabeça, finalmente sabendo como meu irmão tinha morrido, a tristeza daquele dia voltou.
- E para que você precisava de mim para jogar o PS2? - perguntei.
- Esse é o interessante, aquelas eram as únicas coisas que a prendiam naquele lugar, pois faziam com que ela se lembrasse do garoto, ela só precisava vê-lo de novo para ficar livre, ou pelo menos ver o túmulo dele e poder chorar sobre ele, o fato é que pouca gente gostaria de jogar algo ultrapassado como um PS2 ultimamente, você foi o único que pude achar - ele pôs o punho fantasmagórico no meu ombro como se o estivesse segurando - sabia que tendo à mim como irmão você se interessaria por esse tipo de sucata, mas veja, quando se morre, se porde um pouco a noção de espaço e todo esse tempo eu estava te preocurando para te fazer jogar, sabe, e quando te achei foi só dar uma mexida na bolsa de valores e pronto, pai precisa de casa nova e eu dou uma à ele, por isso o disfarce de velho.
Havia tantas coisas que queria perguntar à ele, mas nesse momento, ele começou à sumir.
- Está na hora de ir irmãozinho.- Ele disse.
Olhei para trás e a garota tinha levantado e também estava sumindo enquanto olhava a lápide do amigo.
- Mas, irmão - disse me voltando para ele.
- Adeus irmãozinho. - ele se despediu.
- Mas, eu vou sentir sua falta - eu disse.
- Enquanto tiver um controle na mão, duvido que um dia me esquecerá - ele respondeu continuando à desaparecer.
- Então, adeus ... - Eu disse.
Ele já tinha desaparecido.
Então é isso manolada o/.
Espero que tenham gostado o/.
E POR FAVOR COMENTEM Ò-Ó.
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
Project : Creepy Pasta p.5
Yo pessoas o/.
Vou postar a próxima parte da Creepy Pasta o3o/. E eu n tenho mais nada pra falar então vamo lá o/.
Consegui me levantar, alguns segundos depois de o velho ter saído,e eu estava abalado : "se continuar jogando coisas ruins vão acontecer, mas se parar de jogar vão acontecer coisas ainda piores"?.
Aquela sensação era indescritível.
Resolvi que não tinha nada mais à fazer à respeito daquilo, então entrei em casa e fiquei pensando sobre tudo que o velho tinha me dito "temo que o espírito fique entediado..." . Olhei para o PS2. Ele parecia só o que deveria ser : um videogame feito para divertir as pessoas e para dá-las algo o que fazer se não quisessem fazer qualquer outra coisa. E ainda assim aquilo escondia algo que provavelmente iria querer te matar só para ter algo para fazer. Decidi o mais arriscado : comecei a jogar de novo.
Novamente tudo normal com o jogo, God of War 2 passava pela tela normalmente como se eu estivesse jogando só mais um videogame comum.
Decidi ir ao banheiro, por que estava com vontade.
Ouvi barulhos vindo da porta da frente do apartamento e perguntei :
- Pai?
- Sou eu filho, - ele respondeu. - Onde você está ?
- No banheiro respondi.
Os passos dele passaram por mim e foram para o meu quarto.
- Então quem está no seu ...
A voz dele foi interrompida de repente, e ouvi um barulho de corpo caindo no chão seguido de uns murmurios de desespero.
Saí do banheiro à toda quando escutei isso.
Quando cheguei ao meu quarto vi algo que gelou todos os meus ossos.
Meu pai estava deitado de barriga para cima inerte, e em cima dele estava aquela sombra, dessa vez ainda mais nítida de modo à eu poder ver os contornos do corpo feminino dela, até mesmo os dedos dos pés e os fios de cabelo, tudo ainda sem cor. Ela se dobrava por sobre meu pai como se estivesse lhe falando algo do ouvido, mas subitamente ela parou e voltou seus olhos escuros para mim.
Me recuperei do choque e consegui alcançar o botão de desligar do videogame antes que ela acabasse de se levantar. Dessa vez ela demorou à desaparecer, os olhos escuros me olharam tristemente talvez até desesperados como se ela não quisesse ser aprisonada outra vez, como se ela estivesse com vontade de chorar.
Mas pouco a pouco a forma escura dela desapareceu deixando como prova de sua vinda apenas o cd de God of War 2 esfarelado dentro do PS2 e meu pai inconsiente estatelado no chão.
Então eh isso manolada o/.
Na minha próxima postagem então eu finalmente encerrarei esta Creepy Pasta o/.
Tchau o/.
Vou postar a próxima parte da Creepy Pasta o3o/. E eu n tenho mais nada pra falar então vamo lá o/.
Consegui me levantar, alguns segundos depois de o velho ter saído,e eu estava abalado : "se continuar jogando coisas ruins vão acontecer, mas se parar de jogar vão acontecer coisas ainda piores"?.
Aquela sensação era indescritível.
Resolvi que não tinha nada mais à fazer à respeito daquilo, então entrei em casa e fiquei pensando sobre tudo que o velho tinha me dito "temo que o espírito fique entediado..." . Olhei para o PS2. Ele parecia só o que deveria ser : um videogame feito para divertir as pessoas e para dá-las algo o que fazer se não quisessem fazer qualquer outra coisa. E ainda assim aquilo escondia algo que provavelmente iria querer te matar só para ter algo para fazer. Decidi o mais arriscado : comecei a jogar de novo.
Novamente tudo normal com o jogo, God of War 2 passava pela tela normalmente como se eu estivesse jogando só mais um videogame comum.
Decidi ir ao banheiro, por que estava com vontade.
Ouvi barulhos vindo da porta da frente do apartamento e perguntei :
- Pai?
- Sou eu filho, - ele respondeu. - Onde você está ?
- No banheiro respondi.
Os passos dele passaram por mim e foram para o meu quarto.
- Então quem está no seu ...
A voz dele foi interrompida de repente, e ouvi um barulho de corpo caindo no chão seguido de uns murmurios de desespero.
Saí do banheiro à toda quando escutei isso.
Quando cheguei ao meu quarto vi algo que gelou todos os meus ossos.
Meu pai estava deitado de barriga para cima inerte, e em cima dele estava aquela sombra, dessa vez ainda mais nítida de modo à eu poder ver os contornos do corpo feminino dela, até mesmo os dedos dos pés e os fios de cabelo, tudo ainda sem cor. Ela se dobrava por sobre meu pai como se estivesse lhe falando algo do ouvido, mas subitamente ela parou e voltou seus olhos escuros para mim.
Me recuperei do choque e consegui alcançar o botão de desligar do videogame antes que ela acabasse de se levantar. Dessa vez ela demorou à desaparecer, os olhos escuros me olharam tristemente talvez até desesperados como se ela não quisesse ser aprisonada outra vez, como se ela estivesse com vontade de chorar.
Mas pouco a pouco a forma escura dela desapareceu deixando como prova de sua vinda apenas o cd de God of War 2 esfarelado dentro do PS2 e meu pai inconsiente estatelado no chão.
Então eh isso manolada o/.
Na minha próxima postagem então eu finalmente encerrarei esta Creepy Pasta o/.
Tchau o/.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Project : Creepy Pasta p.4
Yay manolada o/.
Hora do quarta parte da Creepy Pasta o/. Ah, uma coisa importante, hj msm tive uma ideia d uma possível série q eu vá postar aqui, mas ainda n tenho ctz do q vai ser então vou deixar o projeto amadurecer antes de postar ok. Além disso ainda tenho q terminar a Creepy pasta né o3o.
Aqui vai o/.
De repente meu ombro começou à arder no local em que a coisa do videogame tinha me tocado. No começo era superficial, mas foi ficando mais forte, até quando tirei a camisa para examinar o ferimento o próprio ar machucava ao entrar em contato com a pele.
Quando olhei com mais atenção vi que a queimadura tinha o formato de uma mão com garras, e pude ver a queimadura piorando diante dos meus olhos, o local passava de um simples vermelho ao roxo, com pequenas bolhas amarelas de pûs.
Queria fazer aquilo parar, lágrimas escorriam pelos meus olhos enquanto eu cambaleava devido à dor em direção ao banheiro. Queria acordar minha mãe mas ela não saberia como lidar com aquilo muito melhor que eu, consegui chegar à pia, abri o armario do banheiro e peguei um frasco de pomada para queimaduras que tinha lá. Tentei me sentar, mas minhas pernas que já tremiam antes falharam e eu cai, derrubando a pomada e batendo a cabeça com tudo no chão. Achei que morreria, mas minha mãe deve ter ouvido minha queda e chegou horrorizada.
Ouvi vagamente o que ela dizia, enquanto o mundo ficava branco à minha volta e eu perdia os sentidos.
Quando acordei no hospital, não sabia quanto tempo tinha se passado. Me sentia bem se não contar minha tontura e a dor insistente porém já muito amenizada no ombro.
Ao meu lado uma infermeira ajustava meu soro e se assustou quando eu acordei.
Perguntei à ela o que havia acontecido comigo : já tinha percebido que ninguem além de mim poderia ver a verdade, e estava curioso para saber o que achavam que tinha acontecido comigo.
Admito que foi uma explicação interesante apesar de absurda : ela disse que desmaiei de febre devido à uma pnêumonia, e que o machucado no meu ombro tinha sido causado pela minha queda.
Fiquei acordado por um tempo até que meu pai chegou para me visitar. Ele disse que tinha conseguido uma folga de umas horas no trabalho para poder me visitar quando soube que tinha acordado ( o que era uma proeza, nunca tinham dado folga à ele nem em fins de semana fazia alguns meses ), aparentemente fazia uns 4 dias que eu tinha ficado internado. Meu pai conversou comigo de um modo como não fazia à muito tempo, desde que a empresa dele tinha começado à falir. Aquilo foi ótimo, meu pai estava feliz por me ver bem de um modo que eu não via nele à anos. Depois de uns minutos o médico chegou para dizer ao meu pai que o horário de visita tinha acabado e que no dia seguinte, se estivesse melhor eu receberia alta.
No dia seguinte minha mãe veio me buscar e voltamos para casa.
Meu quarto estava quase igual ao que eu tinha deixado, com a diferença da cama arrumada, e que a capa do Kingdom Hearts tinha sumido, e, quando liguei o playstation, havia um novo save corrompido vermelho que antes havia sido meu jogo de KH.
Decidi que não ia mais jogar meu ombro ainda doía da queirmadura, não queria que algo assim acontecesse de novo, tinha medo não só por mim, mas pelos meus pais ( até pela chata da minha irmã veja, só! ). Só não tinha coragem de jogar o PS2 fora, algo me dizia que não devia fazer aquilo.
2 dias depois aconteceu a coisa mais macabra até agora ( repito ATÉ AGORA ).
Eu voltava ao apartamento depois de despachar o lixo, e me assustei ao virar da lixeira para o apartamento.
O resto do andar estava quase vazio, exceto por mim e o velho da portaria, o mesmo que antes tinha me dado o PS2.
- M-Mas.. - eu comecei mas eu me interrompeu.
- Escute rapaz, eu sei o que está acontecendo com você e se você continuar jogando, coisas piores vão acontecer, porém se parar de jogar... bem, o espírito já despertou, temo que fique entediado se ninguem for brincar com ele...
Vocês conseguem imaginar o choque que eu estava nesse momento não conseguem?
O velho começou à andar em direção ao elevador e eu tentei segurá-lo.
Má ideia.
Minha mão atravessou o velho como se ele fosse um holograma, mas isso não foi o mais perturbador, quando "toquei" nele, ele se transmutou, não era mais um velho, mas um rapaz de no máximo 22 anos, com o cabelo quase na nuca, jaqueta jeans marrom com traços de estar usando uma camisa verde por baixo, jeans comuns, e tenis. Não pude ver o rosto dele pois estava de costas.
Quando dei por mim, estava no chão, e o velho estava dentro do elevador e me olhando, com uma expreção que mesclava dor, e confiança. Ele me olhava fixamente nos olhos, olhos castanho-claro, quase cor de mel, olhos que tive a senção de já ter visto antes, mas isso não fazia sentido, os olhos do velho antes eram azuis...
É isso ai manolada o/
Espero que gostem e quero avisar que já tenho o resto do roteiro e vão ser mais duas partes o/.
Comentem aê õ-õ.
Té mais o/.
Hora do quarta parte da Creepy Pasta o/. Ah, uma coisa importante, hj msm tive uma ideia d uma possível série q eu vá postar aqui, mas ainda n tenho ctz do q vai ser então vou deixar o projeto amadurecer antes de postar ok. Além disso ainda tenho q terminar a Creepy pasta né o3o.
Aqui vai o/.
De repente meu ombro começou à arder no local em que a coisa do videogame tinha me tocado. No começo era superficial, mas foi ficando mais forte, até quando tirei a camisa para examinar o ferimento o próprio ar machucava ao entrar em contato com a pele.
Quando olhei com mais atenção vi que a queimadura tinha o formato de uma mão com garras, e pude ver a queimadura piorando diante dos meus olhos, o local passava de um simples vermelho ao roxo, com pequenas bolhas amarelas de pûs.
Queria fazer aquilo parar, lágrimas escorriam pelos meus olhos enquanto eu cambaleava devido à dor em direção ao banheiro. Queria acordar minha mãe mas ela não saberia como lidar com aquilo muito melhor que eu, consegui chegar à pia, abri o armario do banheiro e peguei um frasco de pomada para queimaduras que tinha lá. Tentei me sentar, mas minhas pernas que já tremiam antes falharam e eu cai, derrubando a pomada e batendo a cabeça com tudo no chão. Achei que morreria, mas minha mãe deve ter ouvido minha queda e chegou horrorizada.
Ouvi vagamente o que ela dizia, enquanto o mundo ficava branco à minha volta e eu perdia os sentidos.
Quando acordei no hospital, não sabia quanto tempo tinha se passado. Me sentia bem se não contar minha tontura e a dor insistente porém já muito amenizada no ombro.
Ao meu lado uma infermeira ajustava meu soro e se assustou quando eu acordei.
Perguntei à ela o que havia acontecido comigo : já tinha percebido que ninguem além de mim poderia ver a verdade, e estava curioso para saber o que achavam que tinha acontecido comigo.
Admito que foi uma explicação interesante apesar de absurda : ela disse que desmaiei de febre devido à uma pnêumonia, e que o machucado no meu ombro tinha sido causado pela minha queda.
Fiquei acordado por um tempo até que meu pai chegou para me visitar. Ele disse que tinha conseguido uma folga de umas horas no trabalho para poder me visitar quando soube que tinha acordado ( o que era uma proeza, nunca tinham dado folga à ele nem em fins de semana fazia alguns meses ), aparentemente fazia uns 4 dias que eu tinha ficado internado. Meu pai conversou comigo de um modo como não fazia à muito tempo, desde que a empresa dele tinha começado à falir. Aquilo foi ótimo, meu pai estava feliz por me ver bem de um modo que eu não via nele à anos. Depois de uns minutos o médico chegou para dizer ao meu pai que o horário de visita tinha acabado e que no dia seguinte, se estivesse melhor eu receberia alta.
No dia seguinte minha mãe veio me buscar e voltamos para casa.
Meu quarto estava quase igual ao que eu tinha deixado, com a diferença da cama arrumada, e que a capa do Kingdom Hearts tinha sumido, e, quando liguei o playstation, havia um novo save corrompido vermelho que antes havia sido meu jogo de KH.
Decidi que não ia mais jogar meu ombro ainda doía da queirmadura, não queria que algo assim acontecesse de novo, tinha medo não só por mim, mas pelos meus pais ( até pela chata da minha irmã veja, só! ). Só não tinha coragem de jogar o PS2 fora, algo me dizia que não devia fazer aquilo.
2 dias depois aconteceu a coisa mais macabra até agora ( repito ATÉ AGORA ).
Eu voltava ao apartamento depois de despachar o lixo, e me assustei ao virar da lixeira para o apartamento.
O resto do andar estava quase vazio, exceto por mim e o velho da portaria, o mesmo que antes tinha me dado o PS2.
- M-Mas.. - eu comecei mas eu me interrompeu.
- Escute rapaz, eu sei o que está acontecendo com você e se você continuar jogando, coisas piores vão acontecer, porém se parar de jogar... bem, o espírito já despertou, temo que fique entediado se ninguem for brincar com ele...
Vocês conseguem imaginar o choque que eu estava nesse momento não conseguem?
O velho começou à andar em direção ao elevador e eu tentei segurá-lo.
Má ideia.
Minha mão atravessou o velho como se ele fosse um holograma, mas isso não foi o mais perturbador, quando "toquei" nele, ele se transmutou, não era mais um velho, mas um rapaz de no máximo 22 anos, com o cabelo quase na nuca, jaqueta jeans marrom com traços de estar usando uma camisa verde por baixo, jeans comuns, e tenis. Não pude ver o rosto dele pois estava de costas.
Quando dei por mim, estava no chão, e o velho estava dentro do elevador e me olhando, com uma expreção que mesclava dor, e confiança. Ele me olhava fixamente nos olhos, olhos castanho-claro, quase cor de mel, olhos que tive a senção de já ter visto antes, mas isso não fazia sentido, os olhos do velho antes eram azuis...
É isso ai manolada o/
Espero que gostem e quero avisar que já tenho o resto do roteiro e vão ser mais duas partes o/.
Comentem aê õ-õ.
Té mais o/.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Project : Creepy Pasta pt. 3
Bom, vi que vcs estão gostando da historia e isso eh ótimo, e, eu já decidi oq vai ocorrer na historia inteira, só faltam os detalhes que vou decidir...Mas nisso só lendo vcs vão conseguir saber oq planejei, digo isso baseado nos comentaries de vcs °^°. Ok, so let's keep goi'n!.
Decidi que jogaria mais no dia seguinte depois da escola. Claro, queria ver o velho, pra poder perguntar q diabos tinha acontecido.
Um problema, o velho tinha sumido sem deixar vestígios.
Ninguem nem ao menos se lembrava dele, o novo atendente era um cara de cerca de 30 anos, gordo como uma bexiga d'água e tão flácido como uma. Ele disse que cuidava deaquele lugar havia uns 15 anos e nunca tinha visto nem tampouco empregado um velho. Meus pais e minha irmã também não se lembravam dele, peguntei se lembravam de como consegui o PS2 e eles disseram que achavam que eu tinha comprado num sebo, e claro, não consegui convence-los do contrário.
Decidi então simplesmente continuar jogando.
Os jogos estavam normais, embora os sinistros cubos vermelhos continuassem no memory card, eu tinha espaço para jogar os 3 jogos.
Nada estranho aconteceu nos primeiros 3 dias, mas, numa noite quando eu jogava o KH Re:Chain of Memories, algo ainda mais sinistro do que o som e os cubos do memory card aconteceu.
Era em algo por volta das 10:00h e as 10:20h da noite quando eu tinha acabado de derrotar alguns Heartless em Halloween Town, e a carta que ganhei ( algo que sempre acontece quando se vence alguns heartless no jogo ), era estranha, era uma figura feminina escura com olhos totalmente brancos, com uma intensa expressão de sofrimento que eu já tinha visto antes, era quase a mesma figura dos cubos vermelhos, só que mais nítida, mais parecida com algo humano, o que a deixa va ainda mais macabra.
E é agora que a parte assustadora começa, a figura começou à se mover dentro da carta, ela pôs as mãos nos ouvidos, como se estivesse ouvindo algo que a afligisse, depois estedeu a mão para fora da carta e se puxou para fora dela, indo amassar a cara na tela, como se o vidro a estivesse impedindo de sair, mas pouco a pouco, algo escuro, entre o gasoso, o sólido e o líquido começou à passar pela tela.
A figura gritou, como se o processo lhe causasse dor, até que finalmente pôs o rosto negro, feito de material sem forma fixa, imaterial e materializado, como algo que não devesse estar no nosso mundo mas achou um meio profano para cruzar as portas da realidade, para que pudesse avançar em minha direção e estender-ma a mão com dedos afinados e afiados como garras de urso.
Até então estava num choque de pavor num nível que nunca antes havia sentido, era pavor puro, não apenas dor como naquele som terrível mas algo feito para ser temido, para deixar o ser mais corajoso de joelhos e faze-lo vomitar o pâncreas.
No momento que a figura estendeu o braço eu sai da paralizia de medo por... sei lá intervenção do mestre ?
( sim eu jogo RPG me deixa >< ), a questão é que a figura, mesmo lenta poderia acertar um moleque de 12 anos quase se borrando de medo ( tive sorte de já ter ido no banheiro senão... ), e a criatura tocou meu ombro. Não senti nada na hora, mas cheguei ao PS2 e o desliguei.
Com o PS2 desligado a tampa abriu e pude ver o CD do Kingdom Hearts Re:Chain of Memories esfarelado.
É issaê manolada o/. Espero que tenham gostado e q queiram mais °^°. Continuem comentando o/.
Decidi que jogaria mais no dia seguinte depois da escola. Claro, queria ver o velho, pra poder perguntar q diabos tinha acontecido.
Um problema, o velho tinha sumido sem deixar vestígios.
Ninguem nem ao menos se lembrava dele, o novo atendente era um cara de cerca de 30 anos, gordo como uma bexiga d'água e tão flácido como uma. Ele disse que cuidava deaquele lugar havia uns 15 anos e nunca tinha visto nem tampouco empregado um velho. Meus pais e minha irmã também não se lembravam dele, peguntei se lembravam de como consegui o PS2 e eles disseram que achavam que eu tinha comprado num sebo, e claro, não consegui convence-los do contrário.
Decidi então simplesmente continuar jogando.
Os jogos estavam normais, embora os sinistros cubos vermelhos continuassem no memory card, eu tinha espaço para jogar os 3 jogos.
Nada estranho aconteceu nos primeiros 3 dias, mas, numa noite quando eu jogava o KH Re:Chain of Memories, algo ainda mais sinistro do que o som e os cubos do memory card aconteceu.
Era em algo por volta das 10:00h e as 10:20h da noite quando eu tinha acabado de derrotar alguns Heartless em Halloween Town, e a carta que ganhei ( algo que sempre acontece quando se vence alguns heartless no jogo ), era estranha, era uma figura feminina escura com olhos totalmente brancos, com uma intensa expressão de sofrimento que eu já tinha visto antes, era quase a mesma figura dos cubos vermelhos, só que mais nítida, mais parecida com algo humano, o que a deixa va ainda mais macabra.
E é agora que a parte assustadora começa, a figura começou à se mover dentro da carta, ela pôs as mãos nos ouvidos, como se estivesse ouvindo algo que a afligisse, depois estedeu a mão para fora da carta e se puxou para fora dela, indo amassar a cara na tela, como se o vidro a estivesse impedindo de sair, mas pouco a pouco, algo escuro, entre o gasoso, o sólido e o líquido começou à passar pela tela.
A figura gritou, como se o processo lhe causasse dor, até que finalmente pôs o rosto negro, feito de material sem forma fixa, imaterial e materializado, como algo que não devesse estar no nosso mundo mas achou um meio profano para cruzar as portas da realidade, para que pudesse avançar em minha direção e estender-ma a mão com dedos afinados e afiados como garras de urso.
Até então estava num choque de pavor num nível que nunca antes havia sentido, era pavor puro, não apenas dor como naquele som terrível mas algo feito para ser temido, para deixar o ser mais corajoso de joelhos e faze-lo vomitar o pâncreas.
No momento que a figura estendeu o braço eu sai da paralizia de medo por... sei lá intervenção do mestre ?
( sim eu jogo RPG me deixa >< ), a questão é que a figura, mesmo lenta poderia acertar um moleque de 12 anos quase se borrando de medo ( tive sorte de já ter ido no banheiro senão... ), e a criatura tocou meu ombro. Não senti nada na hora, mas cheguei ao PS2 e o desliguei.
Com o PS2 desligado a tampa abriu e pude ver o CD do Kingdom Hearts Re:Chain of Memories esfarelado.
É issaê manolada o/. Espero que tenham gostado e q queiram mais °^°. Continuem comentando o/.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Project : Creepy Pasta Continues
Yay \õ/.
Fico mtu feliz em ver que estão gostando da minha Creepy Pasta! \õ/ ( msm tenho ctz msm apenas de 3 pessoas, sendo uma delas prima da adm do blog e a outra um anônimo :B ).
Então, vou continuar a Creepy Pasta, com um pouquinho mais da historia u3u, saibam q eu já escrevi além do ponto que vou colocar aqui e nem me pessam pra postar o resto logo pq eu estou postando apenas em pontos estratégicos caso n tenham percebido u3u ( de qualquer modo eu sou mau e gosto de torturar meus leitores para que queiram mais da minha história entâo nem adianta tentar fazer birra q eu n vou colocar mais até me dar na telha u3u ) (( [leitor] e quem quer saber dessa história estúpida seu escritor de HQ tailandesa ?? ¬¬ )).
Bom ai vai o/.
Subi o elevador com minha irmã me atasanando por conversar com o velho, como era de custume.
Nosso apartamento era no terceiro andar. Como o resto do prédio, aquele andar devia ter sido reformado algumas vezes, apesar de estar parecendo que outra logo seria necessária, nosso apartamento era 3 números à frente da saída do lado esquerdo, o número era 23.
A porta era de um marrom simples, com o número em amarelo que devia ter sido dourado um dia, mas a tinta tinha descascado e a parte de baixo do 3 tinha desaparecido e o 2 estava riscado, como se alguem quisesse ter feito listras em cima dele.
O apartamento em sim não era tão grande, já tinha vivido em maiores, mas em menores também. Tinha a sala, cozinha, banheiro e 3 quartos. O apartamento já era mobilhado, num estilo que não devia ser nem muito antes nem muito depois do seu, meus pais mandaram à mim e minha irmã nos estabelecermos nos nossos novos quartos, ( que aliás eram o menor, pertencendo à mim e o médio, pertencendo á minha irmã ). Arrumei toda a minha tranqueira nos lugares próprios e me ocorreu olhar o armário. "Devo estar ficando louco" pensei "Aquele velho não tinha como saber em que quarto eu iria ficar".
Mesmo assim, abri o armario. Afastei umas caixas de coisas minhas e um punhado de roupas que tinha largado no fundo do armário. Realmente havia um tipo de fundo falso que pude retirar com um pouco de dificuldade.
Quase engasguei de surpresa quando vi o que tinha ali : Um PS2, ali, com controle, memory card, e três capas de jogos : Kingdon Hearts Re:Chain of Memories, God of War 2, e Shadow of the Colossus.
Fiquei pasmo, tinha jogado continuações, remakes, e tudo mais relacionados à aqueles jogos clássicos, mas nunca tive um PS2 para poder realmente joga-los na versão original, algo que sempre quis.
Estava num frenesi elétrico instalando o PS2 na TV antiga que estava no meu quarto. Parecia tudo perfeito, o controle limpo e bem cuidado, o memory card nas mesmas condições, o console quase brilhava, os cds dos jogos estava imaculados e não havia um unico risquinho em nenhum deles.
Estava pronto para liga-lo quando minha irmã apareceu na porta do meu quarto.
- Que droga é essa ? - ela perguntou mais desdenhosa que surpresa.
- Nada que seu cérebro tenha neurônios suficientes para entender. - respondi no mesmo tom.
- Ah que seja, a mãe tá te chamando para o almoço. - ela disse.
Bom, ainda não tinha ligado o PS2 mesmo...
Me levantei e fui almoçar.
É claro, minha irmã contou pra minha mãe do PS2 assim que a viu. E é claro que eu teria que esplicar para ela como o consegui, meu pai já tinha saido para o trabalho mascando alguma coisa semi-aquecida qualquer.
- Ué porque o Sr. Alas te daria um PS2 dessa maneira? - minha mãe perguntou.
Dei de ombros, para dizer que não tinha a menor ideia também...
- Estranho... - minha mãe comentou.
- Pra mim idiotas se entendem em qualquer idade. - minha irmã disse.
- Eu discordo - retruquei - aquela velha do segundo andar do p´rédio antigo era uma megera e você e ela se odiavam...
E assim o almoço discorreu, outro dia normal, pelo menos até aquele momento...
Quando voltei para o quarto resolvi verificar os saves antigos do memory card.
Estranhei o fato de todos os icones serem exatamente iguais : cubos vermelhos com uma figura preta extranha dentro, algo que não dava pra ver sem clicar para ver as propriedades. O mais extranho : estava escrito que eles eram "File corrupted" ou "arquivo corrompido", mas os arquivos corrompidos eram cubos azuis não vermelhos ( eu tinha visto no youtube ), e não havia nada dentro deles.
Cliquei em um dos flies para ver o que exatamente havia de peculiar nele, e me arrepemdi na hora de ter feito isso.
Vendo mais de perto, pude ver que a figura dentro do cubo era como uma silhueta sombria de uma mulher meio deformada, a expressão dela era de uma dor tão intensa que eu quase podia sentir a dor dela qualquer que fosse, só por olhar para ela, e pude ver também que nos lados de baixo do cubo tinha mais vermelho, como se o cubo estivesse vertendo sangue.
E se você acha que essa é a parte ruim, escute só ( ou melhor, não escute, não desejo que você ouça aquele barulho nem que vocô seja meu pior inimigo ), nomomento em que cliquei no file um barulho insuportável, como um vidro sendo arranhado, só que muito pior e mais agudo, ele parecia vir em ondas como um sonar, vibrando nos meus cabelos e faendo o sangue escorrer lentamente pelas minhas orelhas.
Finalmente consegui alcançar o controle do PS2 e voltei ao menu do memory card dando fim ao barulho.
Minha mãe apareceu no quarto logo que o som parou, e quase pude ver o sangue dela gelar ao ver o meu escorrer pelos meus ouvidos.
Minha mãe perguntou de onde havia vindo aquele som. Quase disse a verdade, mas algo na minha cabeça me impediu, eu tinha que descobrir o quê era aquilo sozinho, minha mãe não prcisava se preocupar com isso por enquanto.
Não vejo como poderia ter me enganado mais que isso.
É isso então pessoas o/.
Comenta ao e fala oq achou o/. Se quiserem falem tbm oq vcs acham q vai acontecer depois, quero ver o quanto minha historia pode ou não ser decifrada o3o.
Flw o/.
Fico mtu feliz em ver que estão gostando da minha Creepy Pasta! \õ/ ( msm tenho ctz msm apenas de 3 pessoas, sendo uma delas prima da adm do blog e a outra um anônimo :B ).
Então, vou continuar a Creepy Pasta, com um pouquinho mais da historia u3u, saibam q eu já escrevi além do ponto que vou colocar aqui e nem me pessam pra postar o resto logo pq eu estou postando apenas em pontos estratégicos caso n tenham percebido u3u ( de qualquer modo eu sou mau e gosto de torturar meus leitores para que queiram mais da minha história entâo nem adianta tentar fazer birra q eu n vou colocar mais até me dar na telha u3u ) (( [leitor] e quem quer saber dessa história estúpida seu escritor de HQ tailandesa ?? ¬¬ )).
Bom ai vai o/.
Subi o elevador com minha irmã me atasanando por conversar com o velho, como era de custume.
Nosso apartamento era no terceiro andar. Como o resto do prédio, aquele andar devia ter sido reformado algumas vezes, apesar de estar parecendo que outra logo seria necessária, nosso apartamento era 3 números à frente da saída do lado esquerdo, o número era 23.
A porta era de um marrom simples, com o número em amarelo que devia ter sido dourado um dia, mas a tinta tinha descascado e a parte de baixo do 3 tinha desaparecido e o 2 estava riscado, como se alguem quisesse ter feito listras em cima dele.
O apartamento em sim não era tão grande, já tinha vivido em maiores, mas em menores também. Tinha a sala, cozinha, banheiro e 3 quartos. O apartamento já era mobilhado, num estilo que não devia ser nem muito antes nem muito depois do seu, meus pais mandaram à mim e minha irmã nos estabelecermos nos nossos novos quartos, ( que aliás eram o menor, pertencendo à mim e o médio, pertencendo á minha irmã ). Arrumei toda a minha tranqueira nos lugares próprios e me ocorreu olhar o armário. "Devo estar ficando louco" pensei "Aquele velho não tinha como saber em que quarto eu iria ficar".
Mesmo assim, abri o armario. Afastei umas caixas de coisas minhas e um punhado de roupas que tinha largado no fundo do armário. Realmente havia um tipo de fundo falso que pude retirar com um pouco de dificuldade.
Quase engasguei de surpresa quando vi o que tinha ali : Um PS2, ali, com controle, memory card, e três capas de jogos : Kingdon Hearts Re:Chain of Memories, God of War 2, e Shadow of the Colossus.
Fiquei pasmo, tinha jogado continuações, remakes, e tudo mais relacionados à aqueles jogos clássicos, mas nunca tive um PS2 para poder realmente joga-los na versão original, algo que sempre quis.
Estava num frenesi elétrico instalando o PS2 na TV antiga que estava no meu quarto. Parecia tudo perfeito, o controle limpo e bem cuidado, o memory card nas mesmas condições, o console quase brilhava, os cds dos jogos estava imaculados e não havia um unico risquinho em nenhum deles.
Estava pronto para liga-lo quando minha irmã apareceu na porta do meu quarto.
- Que droga é essa ? - ela perguntou mais desdenhosa que surpresa.
- Nada que seu cérebro tenha neurônios suficientes para entender. - respondi no mesmo tom.
- Ah que seja, a mãe tá te chamando para o almoço. - ela disse.
Bom, ainda não tinha ligado o PS2 mesmo...
Me levantei e fui almoçar.
É claro, minha irmã contou pra minha mãe do PS2 assim que a viu. E é claro que eu teria que esplicar para ela como o consegui, meu pai já tinha saido para o trabalho mascando alguma coisa semi-aquecida qualquer.
- Ué porque o Sr. Alas te daria um PS2 dessa maneira? - minha mãe perguntou.
Dei de ombros, para dizer que não tinha a menor ideia também...
- Estranho... - minha mãe comentou.
- Pra mim idiotas se entendem em qualquer idade. - minha irmã disse.
- Eu discordo - retruquei - aquela velha do segundo andar do p´rédio antigo era uma megera e você e ela se odiavam...
E assim o almoço discorreu, outro dia normal, pelo menos até aquele momento...
Quando voltei para o quarto resolvi verificar os saves antigos do memory card.
Estranhei o fato de todos os icones serem exatamente iguais : cubos vermelhos com uma figura preta extranha dentro, algo que não dava pra ver sem clicar para ver as propriedades. O mais extranho : estava escrito que eles eram "File corrupted" ou "arquivo corrompido", mas os arquivos corrompidos eram cubos azuis não vermelhos ( eu tinha visto no youtube ), e não havia nada dentro deles.
Cliquei em um dos flies para ver o que exatamente havia de peculiar nele, e me arrepemdi na hora de ter feito isso.
Vendo mais de perto, pude ver que a figura dentro do cubo era como uma silhueta sombria de uma mulher meio deformada, a expressão dela era de uma dor tão intensa que eu quase podia sentir a dor dela qualquer que fosse, só por olhar para ela, e pude ver também que nos lados de baixo do cubo tinha mais vermelho, como se o cubo estivesse vertendo sangue.
E se você acha que essa é a parte ruim, escute só ( ou melhor, não escute, não desejo que você ouça aquele barulho nem que vocô seja meu pior inimigo ), nomomento em que cliquei no file um barulho insuportável, como um vidro sendo arranhado, só que muito pior e mais agudo, ele parecia vir em ondas como um sonar, vibrando nos meus cabelos e faendo o sangue escorrer lentamente pelas minhas orelhas.
Finalmente consegui alcançar o controle do PS2 e voltei ao menu do memory card dando fim ao barulho.
Minha mãe apareceu no quarto logo que o som parou, e quase pude ver o sangue dela gelar ao ver o meu escorrer pelos meus ouvidos.
Minha mãe perguntou de onde havia vindo aquele som. Quase disse a verdade, mas algo na minha cabeça me impediu, eu tinha que descobrir o quê era aquilo sozinho, minha mãe não prcisava se preocupar com isso por enquanto.
Não vejo como poderia ter me enganado mais que isso.
É isso então pessoas o/.
Comenta ao e fala oq achou o/. Se quiserem falem tbm oq vcs acham q vai acontecer depois, quero ver o quanto minha historia pode ou não ser decifrada o3o.
Flw o/.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Project : Creepy Pasta (#155)
Iaê pessoas o/.
Eu tô já à algum tempo sem postar, vcs sabem, meu pc ainda n perdeu o daltonismo, e, por causa disso n dá pra fazer nd decente no paint :/ .Mas vcs já sabiam disso, e eu n postei para falar disso outra vez, vim falar q agora eu estou com um projeto de fazer umas Creepy Pastas, eu já escrevi um pouco mas n terminei ainda, vou postar uns paragrafos q já escrevi e vcs falam oq acharam ok ? o/.
???(nome)
Quantas coisas se passam na vida de uma pessoa? Quantas experiências temos durante a vida? e como isso pode afetar pessoas que nem chegamos a conhecer? Eu fui afetado assim, e vcs não tem a menor ideia do que isso significou para mim.
Eu tinha 12 anos quando isso ocorreu.
Não sei exatamente aonde e quão loge isso chegou no passado, mas estou num tempo mais à frente do que o seu, embora tenha razões para acreditar que isso vai chegar que isso vai chegar em algum ponto entre 2007 e 2015.
Eu tinha me mudado do apartamento onde vivia, porque meus pais estavam com dificuldade financeira e precisariamos nos mudar para um lugar menor até que meu pai pudesse resolver a situação.
Eu tinha minha relíquia em mãos e jogava com ela incansávelmente, todos os meu amigos gamers tinham KGames portáteis que progetavam a tela de jogo no espaço, e os mais ricos já tinham MAXbox's e PS7vmw's mas eu continuava sempre com os antigos e ultrapassados 3DS e meus PS3 eWii.
Eles me perguntava porque eu me importava com essa sucata, mas eu praticamente crescera vendo meu irmão mais velho jogá-los, todos os meus videogames tinham sido dele e eu basicamente não conseguiria viver sabendo que tinha jogado eles fora, meu irmão viveu a vida toda com um controle na mão e eu não poderia jogar fora algo que ele amava tanto.
Eu estava jogando Harvest Moon a New Beggining, um jogo do qual nunca me cansava e já tinha jogado muitas vezes, minha irmã mais velha assistia um show em seu COMprojector( um computador com tela de projeção holográfica). Eu usava fones de ouvido do jogo, a musica que ela escutava era insuportável. Meu pai estava, como sempre mexendo no COMprojector dele, sempre observando a bolsa de valores, e vendo os ganhos e acertando os planejamentos da impresa que ele trabalhava. Minha mãe dirigia o carro, usando o painel de controle, parecido com o de um avião do seu tempo.
Tudo estava o maior saco. De repente, cansei do jogo, salvei e desliguei. Sou assim mesmo, num instante faço algo normalmente e do nada paro e vou fazer outra coisa. Não tinha nada melhor para fazer então fiquei olhando pela janela. Estavamos num bairro antigo e meio sujo, com pixações e gente suspeita passando. Não era um lugar onde alguem gostaria de morar. Em cerca de 5 minutos chegamos num pequeno edifício pouca coisa menos pixado do que todos os outros, aparentava ser ainda mais antigo do que todos os outros embora também aparentasse ser mais resistente também.
- Chegamos. - Minha mãe anunciou.
Meu pai e minha irmã desligaram os COMprojector .
- Sério que o lugar é esse? - minha irmã disse com aquele tom de nojo caracteristico.
Apesar de aquele ser um dos melhores lugares daquele bairro, tinha que concordar com ela: o lugar era horrível.
- É só por uns meses - meu pai disse - Logo a impresa vai se levantar das dívidas e vou poder comprar um apartamento melhor.
- Tomara mesmo - minha irmã anunciou.
Minha mãe conduzuiu o carro para o pequeno estacionamento e estacionou. Saimos do carro , pegamos nossas malas e entramos.
A recepção era pequena, haviam uma fileira de poltronas, um bebedouro, 2 elevadores e um balcão , onde um velho de uniforme nos esperava.
- Olá, senhor - cumprimentou o velho gentilmente referindo-se ao meu pai. - Fico feliz de ver que chegou bem.
- E eu em ver que o senhor está nem também Sr. Alas, está com a chave do apartamento? - meu pai respondeu.
- Sim senhor, - ele puchou do bolso um molho com 5 ou 6 chaves. - Aqui senhor .- então ele entregou as chaves ao meu pai.
- Obrigado. - meu pai agradeceu.
- Não tem de quê, é meu trabalho senhor - o velho respondeu.
Meu pai começou à nos dirigir para o elevador, mas o velho me parou.
- Isso na sua mão é um 3DS, menino? - ele me perguntou.
- Sim senhor - respondi.
Por alguma razão gosto de conversar com pessoas velhas, o papo antigo, saudosista e nostalgico delas me agradava por alguma razão que não sei esplicar.
- Posso ver? - ele perguntou - Faz tanto tempo que não seguro um desses, tenho certa saudade...
Saudade? certo que 3DS eram coisas antigas, relíquias praticamente, mas eles estavam em mercado não faziam 20 anos, meu pai jogou PS1 na adolescencia, e meu irmão nasceu no meio da era PS2. Aquele velho tinha bem uns 90 anos, não tinha como ele ter jogado 3DS na infância...
- Claro - respondi querendo ser simpatico, e entreguei o 3DS á ele.
Ele suspirou ao segurar o aparelho.
- Você gosta mesmo de videogames antigos para ter um desses não é rapaz? - ele perguntou.
- Sim, gosto. - já tinha segurado um Gameboy advanced que era do meu irmão, mas quando eu nasci ele já tinha pifado, meu irmão o gardava apenas por nostalgia, e eu eu guardava para poder me lembrar dele.
- Então acho que você vai gostar de algo que guardei no seu quarto, o armario tem uma porta falsa na parte esquerda do fundo, você pode mexer nela e pegar o que tem lá dentro, estou velho e meus dedos já não são bons para manusear o que tem lá, mas você certamente poderá jogar.
- O quê tem lá? - perguntei.
- Filho! - minha mãe chamou. o Elevador já tinha chegado - Venha vamos subir.
Olhei para o velho.
- Vá, você descubrirá o que tem lá logo - o velho disse.
Meu conformei com isso, mas ainda me perguntava um monte de coisas... por hora, subiria para o apartamento.
É isso pessoas o/.
Espero que tenham gostado o/.
Agora por favor comentem e digam oq acharam e se acham que devo continuar o/.
Eu tô já à algum tempo sem postar, vcs sabem, meu pc ainda n perdeu o daltonismo, e, por causa disso n dá pra fazer nd decente no paint :/ .Mas vcs já sabiam disso, e eu n postei para falar disso outra vez, vim falar q agora eu estou com um projeto de fazer umas Creepy Pastas, eu já escrevi um pouco mas n terminei ainda, vou postar uns paragrafos q já escrevi e vcs falam oq acharam ok ? o/.
???(nome)
Quantas coisas se passam na vida de uma pessoa? Quantas experiências temos durante a vida? e como isso pode afetar pessoas que nem chegamos a conhecer? Eu fui afetado assim, e vcs não tem a menor ideia do que isso significou para mim.
Eu tinha 12 anos quando isso ocorreu.
Não sei exatamente aonde e quão loge isso chegou no passado, mas estou num tempo mais à frente do que o seu, embora tenha razões para acreditar que isso vai chegar que isso vai chegar em algum ponto entre 2007 e 2015.
Eu tinha me mudado do apartamento onde vivia, porque meus pais estavam com dificuldade financeira e precisariamos nos mudar para um lugar menor até que meu pai pudesse resolver a situação.
Eu tinha minha relíquia em mãos e jogava com ela incansávelmente, todos os meu amigos gamers tinham KGames portáteis que progetavam a tela de jogo no espaço, e os mais ricos já tinham MAXbox's e PS7vmw's mas eu continuava sempre com os antigos e ultrapassados 3DS e meus PS3 eWii.
Eles me perguntava porque eu me importava com essa sucata, mas eu praticamente crescera vendo meu irmão mais velho jogá-los, todos os meus videogames tinham sido dele e eu basicamente não conseguiria viver sabendo que tinha jogado eles fora, meu irmão viveu a vida toda com um controle na mão e eu não poderia jogar fora algo que ele amava tanto.
Eu estava jogando Harvest Moon a New Beggining, um jogo do qual nunca me cansava e já tinha jogado muitas vezes, minha irmã mais velha assistia um show em seu COMprojector( um computador com tela de projeção holográfica). Eu usava fones de ouvido do jogo, a musica que ela escutava era insuportável. Meu pai estava, como sempre mexendo no COMprojector dele, sempre observando a bolsa de valores, e vendo os ganhos e acertando os planejamentos da impresa que ele trabalhava. Minha mãe dirigia o carro, usando o painel de controle, parecido com o de um avião do seu tempo.
Tudo estava o maior saco. De repente, cansei do jogo, salvei e desliguei. Sou assim mesmo, num instante faço algo normalmente e do nada paro e vou fazer outra coisa. Não tinha nada melhor para fazer então fiquei olhando pela janela. Estavamos num bairro antigo e meio sujo, com pixações e gente suspeita passando. Não era um lugar onde alguem gostaria de morar. Em cerca de 5 minutos chegamos num pequeno edifício pouca coisa menos pixado do que todos os outros, aparentava ser ainda mais antigo do que todos os outros embora também aparentasse ser mais resistente também.
- Chegamos. - Minha mãe anunciou.
Meu pai e minha irmã desligaram os COMprojector .
- Sério que o lugar é esse? - minha irmã disse com aquele tom de nojo caracteristico.
Apesar de aquele ser um dos melhores lugares daquele bairro, tinha que concordar com ela: o lugar era horrível.
- É só por uns meses - meu pai disse - Logo a impresa vai se levantar das dívidas e vou poder comprar um apartamento melhor.
- Tomara mesmo - minha irmã anunciou.
Minha mãe conduzuiu o carro para o pequeno estacionamento e estacionou. Saimos do carro , pegamos nossas malas e entramos.
A recepção era pequena, haviam uma fileira de poltronas, um bebedouro, 2 elevadores e um balcão , onde um velho de uniforme nos esperava.
- Olá, senhor - cumprimentou o velho gentilmente referindo-se ao meu pai. - Fico feliz de ver que chegou bem.
- E eu em ver que o senhor está nem também Sr. Alas, está com a chave do apartamento? - meu pai respondeu.
- Sim senhor, - ele puchou do bolso um molho com 5 ou 6 chaves. - Aqui senhor .- então ele entregou as chaves ao meu pai.
- Obrigado. - meu pai agradeceu.
- Não tem de quê, é meu trabalho senhor - o velho respondeu.
Meu pai começou à nos dirigir para o elevador, mas o velho me parou.
- Isso na sua mão é um 3DS, menino? - ele me perguntou.
- Sim senhor - respondi.
Por alguma razão gosto de conversar com pessoas velhas, o papo antigo, saudosista e nostalgico delas me agradava por alguma razão que não sei esplicar.
- Posso ver? - ele perguntou - Faz tanto tempo que não seguro um desses, tenho certa saudade...
Saudade? certo que 3DS eram coisas antigas, relíquias praticamente, mas eles estavam em mercado não faziam 20 anos, meu pai jogou PS1 na adolescencia, e meu irmão nasceu no meio da era PS2. Aquele velho tinha bem uns 90 anos, não tinha como ele ter jogado 3DS na infância...
- Claro - respondi querendo ser simpatico, e entreguei o 3DS á ele.
Ele suspirou ao segurar o aparelho.
- Você gosta mesmo de videogames antigos para ter um desses não é rapaz? - ele perguntou.
- Sim, gosto. - já tinha segurado um Gameboy advanced que era do meu irmão, mas quando eu nasci ele já tinha pifado, meu irmão o gardava apenas por nostalgia, e eu eu guardava para poder me lembrar dele.
- Então acho que você vai gostar de algo que guardei no seu quarto, o armario tem uma porta falsa na parte esquerda do fundo, você pode mexer nela e pegar o que tem lá dentro, estou velho e meus dedos já não são bons para manusear o que tem lá, mas você certamente poderá jogar.
- O quê tem lá? - perguntei.
- Filho! - minha mãe chamou. o Elevador já tinha chegado - Venha vamos subir.
Olhei para o velho.
- Vá, você descubrirá o que tem lá logo - o velho disse.
Meu conformei com isso, mas ainda me perguntava um monte de coisas... por hora, subiria para o apartamento.
É isso pessoas o/.
Espero que tenham gostado o/.
Agora por favor comentem e digam oq acharam e se acham que devo continuar o/.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Uma Creepy Pasta
Gente, quero me desculpar por não estar tendo muitas tiras ultimamente...
Não estamos tendo muitas ideias, e sim muita lição...
Então, pra não deixar o blog morrer, vou postar umas Creepy Pastas de vez em quando.
Eu sei que a grande maioria é bem OLD, mas é GOLD..
Arquivo BEN
Matt mudou-se para um novo dormitório na universidade, onde começava seu segundo ano. Um amigo lhe dera um Nintendo 64 velho, que tinha nada além de um controle amarelo e uma fita velhíssima e acabada de um Super Smash Bros.
Enjoado de jogar o mesmo jogo, Matt decidiu ir à uma venda de garagem próxima afim de conseguir mais jogos e controles para o videogame. Lá ele conseguiu o que queria, e, quando estava saíndo, uma casa chamou sua atenção (N/A: Lembrando que, nos Estados Unidos, a vizinhança às vezes combina de fazer uma venda de garagem "conjunta", todas as casas pega, o que não precisam mais e põem à venda).
Tinha apenas uma mesa, que vendia pinturas estranhas, como aquelas de psicanalista. O dono daquela venda era um senhor muito velho, com dentes estragados. Tentado a ver se conseguia mais jogos, Matt perguntou ao velho se ele tinha alguma fita de videogame. Sem saber exatamente o que seria um videogame, o velho saiu dizendo que voltaria em um instante.
Enquanto esperava o senhor voltar, Matt voltou a estudar as pinturas. Eram estranhas, e pareciam entrar em sua mente. Ele achou curioso que um dos desenhos lembrava demais a máscara de Majora, presente no jogo Majora's Mask. E, naquele momento, desejou que o velho conseguisse aquele jogo em especial.
Qual não foi sua surpresa ao ver que o velho voltava com uma fita de N64 nas mãos, cinza, sem nenhuma indentificação de qual jogo seria além da palavra "Majora" escrita com caneta permanente. Disse que podia ficar com o jogo de graça, e que pertencera a um garoto que não vivia mais ali na vizinhança.
Matt então agradeceu ao velho e saiu. Enquanto ia para o carro, ouviu o senhor dizer "Goodbye, then" (Até mais, então). Ou pelo menos foi o que ele pensar ouvir.
Mas percebeu que estava enganado quando, ao colocar o jogo no videogame, ele notou que já tinha um save file chamado BEN. "Goodbye Ben" era o que o velho queria dizer.
Ele decidiu manter o arquivo, como em homenagem ao garoto (Que ele provavelmente acredita que morreu), e começou a jogar.
O jogo ia bem, tirando o fato de que ninguém o chamava pelo nome que havia colocado no arquivo (Link, nome do protagonista do jogo oficialmente), mas sim, de Ben (N/A: Pra quem não sabe, os personagens inseridos no jogo te chamam pelo nome que você usou no arquivo). Ele ignorou, achando que era um bug. Mas depois de chegar em uma certa parte do jogo, Matt decidiu deletar o arquivo com o nome BEN e seguir com o seu. Achando que, por ser um cartucho muito velho, um arquivo interferia no outro.
Curiosamente, quando voltou ao seu jogo, ninguém mais o chamava de Link ou de Ben, no lugar do nome, surgia um espaço em branco.
De qualquer forma, Matt continuou a jogar. Ele queria fazer o truque de adcionar um dia a mais no jogo (Informações sobre o jogo mais abaixo) e ter mais tempo de fazer tudo.
Ele foi até a área para conseguir efetuar o "glitch" com sucesso.
Mas o que aconteceu foi algo estranho, ele parou em uma área estranha do jogo, com personagens que não deveriam estar ali. E antes que pudesse resetar o jogo, ele foi transferido para a área central do jogo...E o que aconteceu foi isso:
Nota: Ele gravava tudo antes de dar continuidade ao jogo.
A estátua que aparece não deveria aparecer nessa parte do jogo, muito menos seguindo-o.
"That won't do any good" - Isso não vai fazer bem.
"You've met with a terrible fate, haven't you?" - Você encontrou um destino terrível, não?
Depois disso, Matt desligou o jogo e, assustado, tentou dormir.
No outro dia, ele voltou à casa do velho, afim de saber mais sobre essa história do garoto Ben. Mas, quando chegou lá, viu que a casa estava à venda. Ele foi falar com um dos vizinhos, e este lhe explicou que o velho já estava para se mudar e conseguira, e que este senhor jamais fora casado, e não tinha contato com seus parentes. Ou seja, Ben não era seu neto, ou filho, ou qualquer parente. Matt então decidiu perguntar sobre a criança, e recebeu a resposta que esperava: Há alguns anos trás, no mesmo dia do seu aniversário, o menino de nome Ben sofrera um acidente e morrera.
Sem mais respostas, Matt voltou para sua casa e decidiu jogar mais um pouco do jogo misterioso. Para sua surpresa, além do arquivo chamado YOURTURN, o arquivo de nome BEN estava de volta, e parecia mais avançado que o anterior que fora apagado.
Ele então, decidiu jogar o arquivo BEN:
Nota: As pessoas congeladas na grama não deveriam estar ali.
"Dawn of a new day" - Amanhecer de um novo dia.
Mais uma vez, ao jogar no outro dia, Matt percebeu que o arquivo YOURTURN havia se transformado em DROWNED (Afogado). Então, uma luz passou por sua mente. Ben...Afogado... O nome do arquivo não era só por causa de seu destino na última jogada, mas também se referia ao garoto. Ben havia morrido afogado. E, de certo modo, isso estava ligado ao jogo.
Matt está incomodado, não consegue dormir, tem sonhos estranhos, e se sente observado mesmo quando o jogo está desligado. Sem muito o que fazer, ele decide jogar o arquivo novo:
Não estamos tendo muitas ideias, e sim muita lição...
Então, pra não deixar o blog morrer, vou postar umas Creepy Pastas de vez em quando.
Eu sei que a grande maioria é bem OLD, mas é GOLD..
Arquivo BEN
Matt mudou-se para um novo dormitório na universidade, onde começava seu segundo ano. Um amigo lhe dera um Nintendo 64 velho, que tinha nada além de um controle amarelo e uma fita velhíssima e acabada de um Super Smash Bros.
Enjoado de jogar o mesmo jogo, Matt decidiu ir à uma venda de garagem próxima afim de conseguir mais jogos e controles para o videogame. Lá ele conseguiu o que queria, e, quando estava saíndo, uma casa chamou sua atenção (N/A: Lembrando que, nos Estados Unidos, a vizinhança às vezes combina de fazer uma venda de garagem "conjunta", todas as casas pega, o que não precisam mais e põem à venda).
Tinha apenas uma mesa, que vendia pinturas estranhas, como aquelas de psicanalista. O dono daquela venda era um senhor muito velho, com dentes estragados. Tentado a ver se conseguia mais jogos, Matt perguntou ao velho se ele tinha alguma fita de videogame. Sem saber exatamente o que seria um videogame, o velho saiu dizendo que voltaria em um instante.
Enquanto esperava o senhor voltar, Matt voltou a estudar as pinturas. Eram estranhas, e pareciam entrar em sua mente. Ele achou curioso que um dos desenhos lembrava demais a máscara de Majora, presente no jogo Majora's Mask. E, naquele momento, desejou que o velho conseguisse aquele jogo em especial.
Qual não foi sua surpresa ao ver que o velho voltava com uma fita de N64 nas mãos, cinza, sem nenhuma indentificação de qual jogo seria além da palavra "Majora" escrita com caneta permanente. Disse que podia ficar com o jogo de graça, e que pertencera a um garoto que não vivia mais ali na vizinhança.
Matt então agradeceu ao velho e saiu. Enquanto ia para o carro, ouviu o senhor dizer "Goodbye, then" (Até mais, então). Ou pelo menos foi o que ele pensar ouvir.
Mas percebeu que estava enganado quando, ao colocar o jogo no videogame, ele notou que já tinha um save file chamado BEN. "Goodbye Ben" era o que o velho queria dizer.
Ele decidiu manter o arquivo, como em homenagem ao garoto (Que ele provavelmente acredita que morreu), e começou a jogar.
O jogo ia bem, tirando o fato de que ninguém o chamava pelo nome que havia colocado no arquivo (Link, nome do protagonista do jogo oficialmente), mas sim, de Ben (N/A: Pra quem não sabe, os personagens inseridos no jogo te chamam pelo nome que você usou no arquivo). Ele ignorou, achando que era um bug. Mas depois de chegar em uma certa parte do jogo, Matt decidiu deletar o arquivo com o nome BEN e seguir com o seu. Achando que, por ser um cartucho muito velho, um arquivo interferia no outro.
Curiosamente, quando voltou ao seu jogo, ninguém mais o chamava de Link ou de Ben, no lugar do nome, surgia um espaço em branco.
De qualquer forma, Matt continuou a jogar. Ele queria fazer o truque de adcionar um dia a mais no jogo (Informações sobre o jogo mais abaixo) e ter mais tempo de fazer tudo.
Ele foi até a área para conseguir efetuar o "glitch" com sucesso.
Mas o que aconteceu foi algo estranho, ele parou em uma área estranha do jogo, com personagens que não deveriam estar ali. E antes que pudesse resetar o jogo, ele foi transferido para a área central do jogo...E o que aconteceu foi isso:
Nota: Ele gravava tudo antes de dar continuidade ao jogo.
A estátua que aparece não deveria aparecer nessa parte do jogo, muito menos seguindo-o.
"That won't do any good" - Isso não vai fazer bem.
"You've met with a terrible fate, haven't you?" - Você encontrou um destino terrível, não?
Depois disso, Matt desligou o jogo e, assustado, tentou dormir.
No outro dia, ele voltou à casa do velho, afim de saber mais sobre essa história do garoto Ben. Mas, quando chegou lá, viu que a casa estava à venda. Ele foi falar com um dos vizinhos, e este lhe explicou que o velho já estava para se mudar e conseguira, e que este senhor jamais fora casado, e não tinha contato com seus parentes. Ou seja, Ben não era seu neto, ou filho, ou qualquer parente. Matt então decidiu perguntar sobre a criança, e recebeu a resposta que esperava: Há alguns anos trás, no mesmo dia do seu aniversário, o menino de nome Ben sofrera um acidente e morrera.
Sem mais respostas, Matt voltou para sua casa e decidiu jogar mais um pouco do jogo misterioso. Para sua surpresa, além do arquivo chamado YOURTURN, o arquivo de nome BEN estava de volta, e parecia mais avançado que o anterior que fora apagado.
Ele então, decidiu jogar o arquivo BEN:
Nota: As pessoas congeladas na grama não deveriam estar ali.
"Dawn of a new day" - Amanhecer de um novo dia.
Mais uma vez, ao jogar no outro dia, Matt percebeu que o arquivo YOURTURN havia se transformado em DROWNED (Afogado). Então, uma luz passou por sua mente. Ben...Afogado... O nome do arquivo não era só por causa de seu destino na última jogada, mas também se referia ao garoto. Ben havia morrido afogado. E, de certo modo, isso estava ligado ao jogo.
Matt está incomodado, não consegue dormir, tem sonhos estranhos, e se sente observado mesmo quando o jogo está desligado. Sem muito o que fazer, ele decide jogar o arquivo novo:
Nota: Decerto é IMPOSSÍVEL no Majora's Mask ir parar no Ocarina of Time (Outro jogo da saga The Legend of Zelda para N64).
Eu não sei direito, mas parece que aquele cenário com a árvore não existe.
"You shouldn't have done that" - Você não devia ter feito isso.
"BEN is getting lonely" - BEN está se sentindo sozinho.
"You will be given one last chance" - Você terá uma segunda chance.
"Back to where it all begun" - De volta aonde tudo começou.
"Come play with us" - Venha brincar conosco.
Ele voltou a jogar um tempo depois. Mas quem posta agora é o colega de quarto dele. Disse que Matt (ou Jadusable, como ele chama) voltou para sua casa, e que parecia abatido e abalado com alguma coisa que não contou ao amigo. Ele só lhe deu um pendrive com a conta dele no Youtube e o último vídeo que ele gravou:
Eu não sei direito, mas parece que aquele cenário com a árvore não existe.
"You shouldn't have done that" - Você não devia ter feito isso.
"BEN is getting lonely" - BEN está se sentindo sozinho.
"You will be given one last chance" - Você terá uma segunda chance.
"Back to where it all begun" - De volta aonde tudo começou.
"Come play with us" - Venha brincar conosco.
Ele voltou a jogar um tempo depois. Mas quem posta agora é o colega de quarto dele. Disse que Matt (ou Jadusable, como ele chama) voltou para sua casa, e que parecia abatido e abalado com alguma coisa que não contou ao amigo. Ele só lhe deu um pendrive com a conta dele no Youtube e o último vídeo que ele gravou:
Notas: "Keep this picture?" - Guardar esta foto?
"Why is he smiling? The father?" - Por que ele está sorrindo? O pai?
"A vessel that holds wandering spirits rests here" - Um guardião que cuida de espíritos que ainda vagam descansa aqui.
"It'll be our little secret, okay?" - Este será o nosso segredinho, okay?
"You can't run" - Você não pode correr.
"Please...Help me..." - Por favor...Me ajude...
Matt retorna. Um pouco melhor, e decidido a enfrentar BEN (que ele agora acredita ser uma entidade presa dentro do jogo, o espírito do menino, que quer ser livre.) e volta a jogar.Sem maiores informações, ele upa um novo vídeo pela última vez:
"Why is he smiling? The father?" - Por que ele está sorrindo? O pai?
"A vessel that holds wandering spirits rests here" - Um guardião que cuida de espíritos que ainda vagam descansa aqui.
"It'll be our little secret, okay?" - Este será o nosso segredinho, okay?
"You can't run" - Você não pode correr.
"Please...Help me..." - Por favor...Me ajude...
Matt retorna. Um pouco melhor, e decidido a enfrentar BEN (que ele agora acredita ser uma entidade presa dentro do jogo, o espírito do menino, que quer ser livre.) e volta a jogar.Sem maiores informações, ele upa um novo vídeo pela última vez:
Nota: "The counter resets" - O contador zera.
"I'm glad you did that" - Estou feliz por você ter feito isso.
Depois disso, é dito que Matt queimou o cartucho. Parece que acabou, mas o próprio diz que aquilo provavelmente jamais teria um final, e que esse "BEN" continuaria a atormentá-lo dentro e fora do cartucho.
A lenda acaba aqui.
"I'm glad you did that" - Estou feliz por você ter feito isso.
Depois disso, é dito que Matt queimou o cartucho. Parece que acabou, mas o próprio diz que aquilo provavelmente jamais teria um final, e que esse "BEN" continuaria a atormentá-lo dentro e fora do cartucho.
A lenda acaba aqui.
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